RADICAL KARMA: REÚNE NOMES CONHECIDOS DA CENA NACIONAL

Time Radical

Quatro músicos de bandas com prestígio entre o público do punk e hardcore nacional uniram forças e experiências e dão vida ao Radical KarmaGabriel Zander[Zander, voz], Fausto Oi [Direction, ex-Dance of Days, baixo], Mateus Brandão[Chuva Negra, guitarra] e Fernando Martins [Horace Green, ex-Dance of Days, bateria] se debruçaram sob o projeto de janeiro a dezembro do ano passado, que enfim vem à público neste início de fevereiro com o single ‘Ainda Bem Que Decidiu Ficar’.

A música está disponível nas principais plataformas de streaming. Ouça.

Diferente das experiências anteriores, voltadas ao punk rock/hardcore, o Radical Karma tem como base o rock alternativo à margem entre o indie e o mainstream. Toda a identidade visual do grupo ficou nas mãos da ilustradora Camila Rosa.

O single foi produzido por Philippe Fargnoli [CPM22, Reffer, ex-Dead Fish] e é parte do EP ‘Entre o Fim e o Começo’, de quatro faixas, que se juntará ainda a um outro EP e, juntos, formarão um disco cheio a ser lançado pela Flecha Discos.**

A banda também estreia nas redes sociais, onde em breve anunciará os primeiros shows e outras novidades.

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Radical Karma – Ainda Bem Que Decidiu Ficar

Radical Karma: Este é só o começo!Com tanto conteúdo disparado em tempo real nas Redes Sociais, fica difícil manter uma informação em sigilo hoje em dia. Em especial um projeto que conte com pessoas que tocam e/ou tocaram em bandas de grande expressão no cenário independente nacional. O Radical Karma tem em sua formação membros com larga experiência sobretudo no cenário punk rock/hardcore, mas que nele se aprofundam em outro universo, ainda que as raízes estejam fincadas, inevitavelmente, no underground. Gabriel Zander [voz], Fausto Oi [baixo], Mateus Brandão [guitarra] e Fernando Martins [bateria] se encontraram entre Janeiro e Dezembro de 2018 e sorrateiramente para ensaios no Estúdio Porto, e sem fazer alarde gravaram um EP com quatro faixas.A produção é assinada por Philippe Fargnolli [CPM22, Reffer, ex-Dead Fish] e todo o processo foi feito no Estúdio Costella, na capital paulista onde o grupo reside.Assim como o recorte de um diário, o EP “Entre O Fim E O Começo”, lançado pela Flecha Discos, é repleto de sentimentos que são exteriorizados por meio de causas e efeitos, embalados com um toque melancólico natural e uma melodia espontânea. A abertura com “Ainda Bem Que Decidiu Ficar”, tem clima pungente, a tensão da letra [e narrativa intensa e envolvente] é refletida na solidez da base e dos riffs. As canções parecem extensões de experiências vividas e que de alguma forma se conectam e formam um momento de superação – de extremos, do [quase] decesso à celebração a vida.“Ambar Báltico” é terapêutica, ela aquece e acalma. A princípio emana angústia, desejo por proteção, mas que ao poucos se transforma em um grito de libertação, do anseio à exteriorização: “e doa a quem doer, não deixe de viver; e doa a quem doer seja sempre você”. Já existem planos para a produção de um clipe que ficará a cargo dos irmãos Luca e Davide Bori, da banda soteropolitana Vivendo do Ócio.O rock alternativo, aquele à margem entre o indie e o mainstream de nomes como Smashing Pumpkins, Pixies e Seaweed, paira entre as referências. Não há uma cartilha a ser seguida, mas alguns dos ensinamentos marcam presença nas entrelinhas.Assertivas defendidas pela escritora americana Carol J. Adams, autora de “A Política Sexual da Carne” – onde ela denuncia a cultura dominante viril-carnista e toda a opressão arraigada – reverberam em “Referente Ausente”. Na contramão da seriedade do tema, leveza e calmaria na harmonia, um ode pacifista-ativista tal qual a simplicidade de valores do indiano Mahatma Gandhi.Toda a identidade visual do RK ficou nas mãos da designer e ilustradora Camila Rosa, de Joinville [SC]. Ela vem despontando com sua arte de resistência, onde não poupa cores e mensagens de empoderamento feminino.Sonoramente a banda traz energia acumulada ao longo de décadas de estrada e o desejo de produzir material de qualidade, “Sinto Muito Que Não Sinta Nada” reflete isso e encerra o EP com a rispidez de quem se encontra em estado de aflição diante da apatia de outrem. Da bagagem anterior, o Radical Karma carrega a vivência do it yourself e a vontade de tocar em todos os cantos possíveis, de clubes pequenos a grandes festivais espalhados pelo Brasil. O material, que futuramente se juntará a um outro EP e formará um disco cheio, já está disponível nas plataformas digitais. Este é só o começo!Spotify, Deezer, iTunes: https://ONErpm.lnk.to/RadicalKarmaYouTube: https://youtu.be/B6udLXEXIF0Instagram: https://www.instagram.com/oradicalkarma

Publicado por Radical Karma em Sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019