SEPULTADO VIVO: NOVO CLIPE DA BANDA N.D.R. HARDCORE

Leve a banda N.D.R Hardcore para tocar na sua cidade:
Contato: n.d.roficial@gmail.com

O novo clipe Sepultado Vivo” é uma síntese de um problema neuro psiquiátrico experienciado por um amigo. O tema abordado é a especificamente a depressão e tudo que ela causa, fazendo uma alusão à morte em vida e relatando de forma mais abstrata os fatores trazidos em conjunto com essa doença que atinge as pessoas muitas vezes de forma crônica e interfere diretamente no nosso bem-estar, enquanto indivíduos em sociedade, e em como enxergamos a vida, de dentro pra fora.

Sepultado Vivo” é também a denuncia de possíveis causas desses distúrbios, como a relação do indivíduo com o mundo do trabalho, a precária e incapaz maneira que o estado lida como tema,
e como isso afeta diretamente os mais frágeis no que diz respeito ao âmbito sociopolítico: mulheres, jovens, negros e periféricos

Ficha técnica:
Direção: Fernando Valle
Direção de Fotografia: Fernando Valle
Edição: Alexandre Lima
Color Grading: Fábio Roque
Maquiagem: Ellen Cotrim
Produção: Alima Produtora Audiovisual | Alima Produtora Audiovisual
Captado por: Raul Days na BROKEN BED RECORDS e AEON STUDIO.
Mixado e Masterizado por: Gabriel Zander no Estúdio Costella.

Músicos:
Bateria – Felipe Vieira
Guitarra – Thiago Vieira
Guitarra e Voz – Raul Days
Voz – Renato Rasta
Baixo – Caique Xavier
Letra: Raul Days e Renato Rasta
Música: N.D.R Hardcore

DISPONÍVEL EM TODAS PLATAFORMAS DIGITAIS:
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Confira agora:

Sinto no peito a fissura que a mente formula
Na verdade quem me vê sorrindo, não sabe o quão triste cabe em mim.
Sigo guardado nas caixas das minhas angustias
No vão entre o viver, e o não viver.      
 
É como se tudo deixasse de importar, o tempo, o espaço…
Pessoas entram e saem por corredores vazios da minha existência.
Olhares que julgam e matam, vozes que ecoam e não dizem nada.
Placas nas ruas da ida que nos levam apenas de onde viemos e para onde retornaremos, o eterno silêncio mineral…
 
Meu corpo lançado no espaço
Com o tempo me fragmentando
Trabalho elogio a loucura
O lucro doença sem cura
O fardo nos ombros cansados é o peso enterrado no inconsciente
Um trauma ofegante na mente pulsante de dor vigilante no espírito ausente

Hoje eu queria voltar a viver, sem entorpecer meus sentidos e arrastando os dias
Queria tanto, me lembrar de como já foi divertido enxergar as cores da vida

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